Não havia investidores. Não havia equipa. Havia eu, uma ideia, e a necessidade de provar primeiro a mim mesmo que era possível.
A Velle não surgiu de uma estratégia de mercado. Surgiu de um sonho que recusou ficar quieto. De noites a pensar no que seria ter uma marca que realmente significasse algo. Que tivesse alma. Que as pessoas usassem não porque é barato mas porque se identificam.
Ainda estamos a construir. E é exatamente isso que nos torna reais.