Há uma pergunta que fazemos antes de qualquer coisa.
O que é que queres sentir quando vestes isto?
Não é uma pergunta sobre tendências. Não é sobre o que está a vender. É sobre aquele segundo em que pegas numa peça e decides que ela é tua. Esse momento é o nosso briefing.
Cada estampa começa como uma ideia crua, quase sempre feia no início. Passa por dezenas de versões. A maioria morre ali. As que sobrevivem são as que ainda fazem sentido de manhã, depois de uma noite a dormir em cima delas.
Os cortes são testados no corpo, não no papel. O tecido é escolhido pela sensação, não pelo preço. E quando algo não está certo, começamos outra vez.
Não é um processo rápido. Mas é o único que conhecemos.